sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Empresa cria sistema de segurança para Serra Circular

Empresa cria um sistema revolucionário que detecta quando alguém acidentalmente entra em contato com o disco da serra circular. No vídeo de divulgação, a empresa utiliza uma salsicha de cachorro-quente como demonstração, onde é possível verificar que o sistema para imediatamente quando o disco entra em contato com a salsicha. Em apenas 5 milisegundos após o contato acidental, o disco retrai reduzindo a gravidade das lesões. O sistema de segurança é totalmente invisível e não interfere nas execuções das tarefas pelo usuário. Segundo informações obtidas no site da empresa, existe atualmente nos Estados Unidos 6 milhões de serras circulares em operação, das quais resultam em pelo menos 60.000 feridos anualmente, 1 de cada 100 serras circulares estará envolvida em acidentes graves por ano.

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Reportagem retirada do site: www.liveseg.com

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Morre Frentista após explosão posto gasolina

Morre o frentista que foi atingido pela explosão em posto de gasolina, quando fazia a transferência do combustível do caminhão tanque para o reservatório do posto onde trabalhava. A explosão pode ter sido causada por um aparelho de celular, o acidente foi gravado pelas câmeras de segurança do posto. Apesar do vídeo ser de curta duração, dá para verificar que o funcionário do posto retira um objeto do bolso que ainda não foi possível ser identificado pela perícia, que está analisando as imagens. Se a causa do acidente foi mesmo o telefone celular, reforça o cuidado para a não utilização desse tipo de aparelho em postos de combustíveis.


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Reportagem retirada do site: www.liveseg.com

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Amigos Feliz Natal!!!

Caros amigos Feliz Natal!!!
Que esta data seja uma data repleta de felicidade, que você possa desfrutar intensamente este momento. Mas, nunca se esqueça do verdadeiro sentido do natal, que è, de nascimento, esperança e de boas novas!
Um abraço a todos!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Vamos fazer a diferença!

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Responsáveis pela elaboração: www.metalsinter.com.br

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

2º Edição do Jornal "O Prevencionista"

Caros amigos, como já era de se esperar, a 2º edição do jornal "O Prevencionista" veio ainda melhor, com vários temas e informações.
Um dos temas que ele aborda é a questão, muito importante, das drogas no ambiente de trabalho. Também vale ressaltar o excelente depoimento do nosso colega, Sergio Barbosa, onde ele resume, perfeitamente, a nossa função dentro de uma empresa.
(Abaixo segue o link para baixar o jornal)
Como baixar: Clique no link, vai até download file e baixe o jornal.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Empresas de Telecomunicações vamos assumir os riscos!!!




Empresas de telefonia celular precisam assumir os riscos à saúde






Descumprimento de normas e inadequada gestão dos riscos em Estações Rádio-Base revelam fragilidades para os trabalhadores do setor de telecomunicações.

A telefonia celular, ao mesmo tempo em que oferece à sociedade a praticidade e agilidade dos serviços em telecomunicações, traz consigo uma série de implicações na área da saúde ocupacional. São técnicos e engenheiros em telecomunicações que, entre reparos e instalações em Estações Rádio-Base (ERBs), ficam vulneráveis aos riscos provenientes dos campos eletromagnéticos emitidos pelas antenas transmissoras instaladas nas torres.
Essa vulnerabilidade se deve a duas ausências principais: de uma abordagem adequada do processo de avaliação de riscos da exposição ocupacional aos campos eletromagnéticos durante o desenvolvimento das atividades em ERBs e de uma proposição de medidas de controle. Isso é o que aponta recente pesquisa realizada pela pesquisadora Solange Regina Schaffer, da Coordenação de Higiene do Trabalho da Fundacentro.
Outro aspecto que contribui para acentuar esta vulnerabilidade é a omissão das empresas de telecomunicações, que não informam os riscos a que estão expostos os trabalhadores e os efeitos à saúde resultantes da atividade. Como demonstra a pesquisa, muitas dessas empresas utilizam o argumento de que as fontes dos campos eletromagnéticos são desligadas no momento em que os trabalhadores executam suas atividades em ERBs. Contudo, nas empresas estudadas, até o momento nenhuma comprovou tal procedimento.

Instrumento de gestão

A dissertação de Solange Schaffer buscou analisar como a exposição ocupacional a campos eletromagnéticos em ERBs foi contemplada no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) de uma empresa de telecomunicações.
Originado na área de higiene ocupacional, o PPRA, criado por meio da Norma Regulamentadora nº 9 (NR-9), é um instrumento de gestão organizacional da exposição ocupacional aos agentes físicos, químicos e biológicos presentes nos ambientes de trabalho. Sua implementação é obrigatória em todas as empresas desde 1994.
De acordo com o previsto na NR-9, os campos eletromagnéticos são considerados agentes físicos dos quais decorrem riscos ambientais. Schaffer ressalta que, apesar desta caracterização, grande parte das empresas de telecomunicações não considera que os campos eletromagnéticos tragam riscos à saúde dos trabalhadores. Assim, colocam-se sujeitas a infrações e penalidades previstas na Portaria nº 3.214, do Ministério do Trabalho e Emprego, mas não assumem o problema no PPRA.
Em sua pesquisa, a autora recomenda ações técnicas a serem implementadas no PPRA e propõe formas de se avaliar e controlar os riscos da exposição ocupacional em ERBs, além de estabelecer parâmetros para o treinamento e a informação dos trabalhadores.

A amplitude do problema

A pesquisa destaca, ainda, a diversidade de atividades executadas em ERBs que se deparam com a precariedade na fiscalização por parte dos órgãos públicos e a escassez de estudos epidemiológicos sobre possíveis efeitos adversos à saúde dos trabalhadores, além da insuficiência de especialistas para tratar deste tema, seja no serviço público ou na iniciativa privada.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os riscos da exposição humana aos campos eletromagnéticos decorrem de dificuldades na compreensão dos desafios, das competências e do contexto geral do problema. Estas questões são constantemente discutidas e tratadas nas políticas de governo que norteiam a Comissão Nacional de Bioeletromagnetismo, composta por nove Ministérios e da qual Schaffer é representante titular pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A Diretiva Européia 40/2004 e a NR-9


Tanto a NR-9, como a Diretiva Européia – criada em 2004, por iniciativa dos países da União Européia – constituem um processo pró-ativo de gestão da exposição ocupacional a campos eletromagnéticos.
São legislações que visam a prevenção e a minimização dos riscos à saúde dos trabalhadores no ambiente de trabalho. Além disso, ambas prevêem que os empregadores utilizem informações contidas nas fichas de avaliação da saúde no trabalho e informem os trabalhadores sobre os riscos a que estão expostos, incentivando-os a participarem das ações preventivas.
Entretanto, na opinião de Schaffer, “em todas duas falta a descrição de como os empregadores devem implantar medidas de controle específicas, voltadas a diferentes atividades comerciais do setor de telecomunicações, como, por exemplo, para ERBs”.
Para preencher esta lacuna, Solange afirma que seria importante incorporar, tanto na Diretiva Européia quanto na NR-9, critérios técnicos para cada segmento comercial que detalhem de que forma devem ser feitas as avaliações qualitativas e quantitativas, além de especificar como minimizar os riscos da exposição ocupacional a campos eletromagnéticos.
Reportagens retirada do site: fundacentro.gov.br

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Somos Heróis!!!

Somos Heróis...

"Somos heróis. . . porque, toda empresa que se preze, deve inserir e considerar o setor de segurança do trabalho, quer seja ele subalterno ao RH ou outros, como área importante, porém, muitas não agem assim.
Somos heróis. . . porque, como a maioria das empresas, não nos consideram como parte integrante do "negócio", temos dificuldade de gerenciar nossas necessidades, e viver mendicando valores para desenvolvermos nosso trabalho.
Somos heróis. . . porque consideramos os treinamentos, a parte mais importante de nosso escopo, pois é inegável e comprovado que surtem efeito no controle de acidente, porém somos tachados de barradores de produção, e bem sabem eles, que um acidente é ônus suficiente para perda de receita.
Somos heróis. . . porque, consideramos, o corpo a corpo, o diálogo, como presença inevitável, mas muitos acham que nossa presença atrapalha e muito no resultado final. Somos heróis. . . porque, o fato de estarmos em vários lugares, podemos "passear" pela empresa, não produzindo nada, e só sentimos o peso de nossa caneta ou prancheta.
Somos heróis. . . por aguentar tudo isso, e quando um acidente acontece, "eles" sabem muito bem o caminho a percorrer... .. SEGURANÇA DO TRABALHO.
É por isso e muito mais que " Somos Heróis" , mas nem tudo está perdido, e ainda bem que não são todas as empresas que pensam assim".
Autor desconhecido

sábado, 1 de dezembro de 2007

Previna-se sempre!!!!!!!


Em outubro de 1987, foi decretado por uma assembléia da ONU que 1º de dezembro seria o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS. A data é marcada por campanhas publicitárias, que buscam relembrar os conceitos básicos de prevenção, além de reforçar a solidariedade, a tolerância e a compaixão.
Todos os anos, novos temas são abordados para a campanha principal, que faz parte do Ministério da Saúde, para atingir a maior variedade de público possível. Em 2007, o slogan Sua atitude tem muita força na luta contra a Aids pretende alcançar os jovens de 14 a 24 anos, com o tema central O Jovem e seu direito de exercer sua sexualidade e de usar o preservativo .
O HIV destrói os linfócitos, células responsáveis pela defesa do nosso organismo, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas. Cabe ressaltar que, como qualquer imunodeficiência, ela não se manifesta da mesma forma em todos os pacientes.
O período médio de incubação, intervalo de tempo entre a exposição ao vírus até o surgimento de alguns sintomas, é estimado em 3 a 6 semanas. A produção de anticorpos inicia-se de 8 a 12 semanas após a infecção. Existe ainda a fase assintomática, na qual os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada.
A etapa final corresponde à redução crítica de células T, tipo CD4, que chegam abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue (adultos saudáveis possuem de 800 a 1200 unidades). Neste estágio, surgem as diarréias persistentes dores de cabeça, contrações abdominais, febre, falta de coordenação, náuseas, vômitos, fadiga extrema, perda de peso e câncer. Na década de 80, quando a AIDS veio à tona, o medo de ser acometido pela doença era bastante grande, o tratamento ainda não era conhecido e as imagens de pacientes em estado terminal eram vistas como ameaça fatal.
Os chamados grupos de risco da época eram os homossexuais, as garotas de programa, os caminhoneiros e os usuários de drogas. Com essa definição, era muito mais fácil desenvolver campanhas que atingissem o nicho correto. O grande problema atual é que a AIDS está em todo lugar. Não existem mais os grupos de risco, pelo contrário! Hoje, eles são os que estão mais distantes do HIV , comenta o biomédico Luis Roberto Lopes.
Historiadores dizem que grandes epidemias e grandes guerras servem para fazer o controle populacional do planeta. Até o momento, isso fazia até que certo sentido. O problema é que nenhuma batalha ou epidemia durou tanto tempo. A AIDS está aí há 20 anos e não temos indícios de que uma cura vai surgir. completa Luis.
Em todo o mundo, são vendidos cerca de 239 milhões de preservativos todos os anos. Parece muito? Pois então pense no seguinte dado: por dia, acontecem aproximadamente 150 milhões de relações sexuais.
Para o jovem publicitário, Rafael Gushiken, 25, Assim como o governo transmite um grande número de campanhas políticas, deveria transmitir as campanhas de prevenção à AIDS.
O maior símbolo desta luta é o famoso ´laço vermelho´, que é visto como sinal de comprometimento. Ele foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo. Ele foi criado em 1991, como homenagem às pessoas que haviam morrido por conta da doença.

Reportagem retirada do site: yahoo.com.br