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terça-feira, 3 de junho de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Parar de fumar reduz em cinco anos risco de morrer cedo entre mulheres

As mulheres que param de fumar reduzem consideravelmente o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e de morrer cedo apenas cinco anos depois de abandonarem o hábito, de acordo com uma pesquisa divulgada nos Estados Unidos.
O risco de morrer devido a cânceres vinculados ao fumo também baixa 20% no período, segundo os pesquisadores do estudo, publicado na edição do Journal of the American Medical Association (JAMA) de 7 de maio.
Os pesquisadores detectaram uma redução de 13% em todas as causas de morte registradas nos primeiros cinco anos em que o hábito foi abandonado, comparado com as mulheres que continuaram fumando.
Descobriram que, 20 anos depois de largar o vício, o risco se iguala ao de uma pessoa que nunca fumou.
Stacey Kenfield da Harvard School of Public Health, de Boston, e seus colegas analisaram a relação da mortalidade das mulheres que fumam cigarros e deixaram de fumar, revisando dados de uma pesquisa realizada com 104.519 mulheres entre 1980 e 2004.
"Fumar quando jovem está associado a um maior risco de mortalidade, o que mostra a importância de implementar e manter programas escolares de prevenção do consumo de tabaco, além de aprovar leis que limitem o acesso dos jovens ao tabaco. Essas são estratégias preventivas chaves", destacaram os pesquisadores.
Fonte: yahoo.com.br
Segurança do Trabalho pelo Mundo!
Mais de mil acidentes mortais investigados
Portugal tem uma média anual de 230 mil acidentes de trabalhoEntre 2002 e 2008, foram investigados pelo Ministério Público mais de 1102 acidentes de trabalho que resultaram em morte. Sendo que só em 2007 foram 163 os acidentes mortais objeto de inquérito.
Os dados são avançados pela Autoridade para as Condições de Trabalho e divulgados (28/04), no dia em que se comemora o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho.
A Organização Internacional do Trabalho estima que, em todo o mundo, morrem anualmente mais de 2,2 milhões de pessoas em consequência de acidentes de trabalho e doenças profissionais.
Em Portugal, a média anual tem sido de 230 mil acidentes. Só nos últimos quatro anos morreram mais de 700 trabalhadores.
No total, a mesma fonte garante que foram 228 mil acidentes de trabalho registados em 2005, num total de 6 811.505 dias de trabalho perdidos por este tipo de sinistralidade. As vítimas contabilizadas têm, na sua maioria, entre 25 e 44 anos, sendo que 42% foram operários, artífices e trabalhadores similares, e só 15% são trabalhadores qualificados.
As zonas industriais, os estaleiros de construção, as pedreiras e as minas foram os locais onde se registaram mais de 50% dos acidentes, com um total de 152 mil dos casos. O trabalho com ferramentas de mão, o transporte manual e a manipulação de objetos são as atividades que contribuem para a ocorrência de mais de 50% dos acidentes.
As zonas afetadas por este tipo de sinistralidade foram, na sua maioria, as extremidades- mãos e pés- e 17% afectaram a cabeça. As regiões do País onde ocorrem mais acidentes são a região Norte, com 40,7%, a região Centro, com 27,5%, e a região de Lisboa, com 19,8%. Hoje, para assinalar a data, o Ministro do Trabalho, António Vieira da Silva, e a Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, vão simular uma "aula" sobre segurança e higiene no local de trabalho em sete escolas , do 9º ano letivo, na área da Grande Lisboa.
Fonte: Diário de Notícias
Governo de Portugal quer menos 1/4 de acidentes de trabalho em 2012
Área de Segurança e Prevenção no Trabalho prepara grande inquérito nacional
O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva, quer reduzir em 25 por cento dos acidentes de trabalho até 2012. A meta insere-se nos objectivos da Estratégia Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, sendo que, actualmente, Portugal apresenta, em média anual, 230 mil acidentes de trabalho. Destes, só no ano passado 163 foram mortais.
No âmbito do Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, que se assinala esta segunda-feira, o ministro sublinhou ainda o crescimento do número de técnicos com formação na área da prevenção e segurança do trabalho, que rondam os 15 mil.
No entanto, para satisfazer as necessidades das empresas nacionais, são ainda necessários «mais alguns milhares de profissionais», em particular de qualificação não superior, dado que deste número total, 12 mil são quadros superiores.
«Se é verdade que existe maior consciência social, a evolução do modo como se tem diminuído parte dos riscos tem também trazido a consciência de novos riscos», disse durante a cerimónia que decorreu esta segunda-feira.
Mais de 50% dos acidentes do trabalho ocorrem na construção civil
Para Vieira da Silva, a competitividade internacional está a gerar novas transformações tecnológicas e sociais.
O governante destacou ainda a redução de acidentes mortais de trabalho, dos cerca de 300 registados por ano há uma década até às 163 vítimas de 2007, sublinhando que, apesar da evolução decrescente, «não é suficiente».
Para tal, e entre as medidas previstas para detectar e prevenir novas situações, o Governo está a preparar a realização de um grande inquérito a nível nacional para avaliar questões ligadas ao trabalho.
Segurança do Trabalho e seus Conceitos:
Segurança do trabalho: é o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalação do estabelecimento e de suas máquinas, visando à garantia do trabalhador contra natural exposição as riscos inerentes à prática da atividade profissional.
Higiene do trabalho: é uma parte da medicina do trabalho, restrita às medidas preventivas, enquanto a medicina abrange as providências curativas; é a aplicação dos sistemas e princípios que a medicina estabelece para proteger o trabalhador, prevendo ativamente os perigos que, para a saúde física ou psíquica, se originam do trabalho; a eliminação dos agentes nocivos em relação ao trabalhador constitui o objeto principal da higiene laboral.
Obrigações da empresa: cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho; instruir os empregados, por meio de ordens de serviço, relativamente às precauções a tomarem no sentido de evitar acidentes de trabalho e doenças ocupacionais; adotar as medidas determinadas pelo órgão regional competente; facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.
Obrigações do empregado: observas as normas de segurança e medicina do trabalho, inclusive quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais e colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos legais envolvendo segurança e medicina do trabalho.
Insalubridade: são consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condição ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos (art. 189 da CLT); o exercício do trabalho em condições insalubres assegura ao trabalhador o direito ao adicional de insalubridade, que será de 40, 20 ou 10%, do salário mínimo regional.
Periculosidade: são consideradas atividades ou operações perigosas aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos, em condições de risco acentuado (art. 193 da CLT); o trabalho nessas condições dá o empregado o direito ao adicional de periculosidade, cujo valor é de 30% sobre seu salário contratual.
sábado, 3 de maio de 2008
Fábula do Cachorro Velho
Mensagem para os iniciantes! Lembrando que para chegar ao êxito e necessário conhecimento, habilidade e experiência, e isso, leva tempo e dedicação...
CACHORRO VELHO
Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velhovira-lata com ela.
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta deque estava perdido.
Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe queum jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção deconseguir um bom almoço...
O cachorro velho pensa:
-'Oh, oh! Estou mesmo enrascado ! Olhou à volta e viu ossos espalhadosno chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador...
Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: -Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí ?
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.
-Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco
O velho vira-lata quase me pega! Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria aopredador que o vira-lata não havia comido leopardo algum...E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vêcorrendo na direção do predador em grande velocidade, e pensa:-Aí tem coisa! O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz umacordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: -'Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!'Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: -E agora, o que é que eu posso fazer ? Mas, em vez de correr ( sabe que suas pernas doídas não o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto obastante para ouvi-lo, o velho cão diz: Cadê aquele macaco preguiçoso? Tô morrendo de fome! Ele disseque ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca! 'Moral da história: não mexa com cachorro velho... idade e habilidades e sobrepõem à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
28 de Abril – Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho: eventos marcam a data em várias regiões do Brasil e do mundo
O Brasil perde, por ano, o equivalente a 4% do PIB por causa dos acidentes de trabalho. Segundo dados do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho, publicado em janeiro de 2008, foram registrados em 2007, em todo o País, 503.890 acidentes de trabalho. Apesar de a incidência de acidentes ter caído em relação a 2006 e 2005, ainda é muito alta, devido às condições precárias de trabalho, do uso de máquinas obsoletas e processos inadequados.
As estatísticas oficiais brasileiras ainda são limitadas, pois incluem apenas os trabalhadores registrados em carteira. Mesmo assim os números são assustadores.
Estima-se que cerca de 30% dos acidentes atingem mãos, dedos e punhos, e poderiam ser evitados com investimentos em máquinas mais modernas, com dispositivos de segurança, capacitação dos trabalhadores e processos de produção mais adequados.
Além do incalculável prejuízo social, os acidentes de trabalho são responsáveis também por uma perda econômica anual da ordem de 2,3% do PIB brasileiro, e que pode chegar a 4%, se forem considerados também os acidentes e doenças que atingem trabalhadores do setor informal da economia, do setor público, da área rural e entre os cooperados e autônomos, dados não registrados pelas estatísticas oficiais. « É necessário que se faça um grande esforço de prevenção », afirma o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, que defende maior cooperação entre órgãos do Estado e maior empenho das empresas. « Os empresários têm que perceber que prevenção não é benemerência. A prevenção tem impacto na produção », ressalta.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que, no mundo, 6.000 trabalhadores morrem a cada dia devido a acidentes e doenças relacionadas com o trabalho, cifra que está aumentando. Além disso, a cada ano ocorrem 270 milhões de acidentes de trabalho não fatais (que resultam em um mínimo de três dias de falta ao trabalho ) e 160 milhões de casos novos de doenças profissionais. A OIT estima que o custo total destes acidentes a doenças equivale a 4 por cento do PIB global, ou mais de vinte vezes o custo global destinado a investimentos para o desenvolvimento de países. Embora alguns setores industriais sejam por natureza mais perigosos do que outros, grupamentos de migrantes e outros trabalhadores marginalizados freqüentemente correm mais riscos de sofrer acidentes de trabalho e padecer de doenças profissionais porque sua pobreza costuma obrigá-los a aceitar trabalhos pouco seguros.
Vítimas do trabalho, uma homenagem e um alerta
Dia Internacional em Homenagem às Vitimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, 28 de Abril, teve origem no Canadá, em 1984, uma homenagem lançada por sindicatos e federações durante o Congresso do Trabalho. Oito anos depois, o Canadá foi o primeiro país a reconhecer e adotá-lo como data nacional, em 1991.
Em 2003, a Organização Internacional do Trabalho conferiu credibilidade à iniciativa canadense ao adotar a data como Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, organizando eventos para homenagear homens, mulheres e crianças vitimados por acientes e doenças no trabalho. E também para alertar sobre a necessidade de prevenção dos riscos para a saúde e a integridade dos trabalhadores em todo o mundo.
Desde então, a ONU, a Organização Mundial da Saúde e cerca de 80 países seguem anualmente a orientação da OIT neste sentido, por iniciativa de sindicatos, federações, confederações locais e internacionais.
Motivadas pelas iniciativas internacionais, várias entidades sindicais brasileiras passaram a realizar eventos e atos públicos para marcar o 28 de Abril em diversas regiões do País, chamando a atenção para os altíssimos índices de doenças e acidentes nos ambientes de trabalho que traumatizam e prejudicam não só os trabalhadores e trabalhadoras diretamente atingidos, como também as famílias, as empresas, e toda a sociedade brasileira.
Em 2006, o governo brasileiro adotou oficialmente a data de 28 de Abril, para homenagear estas vítimas, mas também para alertar e impulsionar a sociedade sobre a necessidade de desenvolver formas de trabalho decente, preservando a vida e promovendo a saúde.
Em abril de 2007, entrou em vigor em todo o Brasil o Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário, mecanismo que relaciona determinada doença às atividades profissionais nas quais ocorre com maior incidência. Desde então, o registro de doenças ocupacionais cresceu, em média, 134%, segundo dados do Ministério da Previdência. As notificações de doenças do sistema osteomuscular, nas quais se incluem as lesões por esforço repetitivo (LER), aumentaram 512% Estima-se que este aumento esteja relacionado com a regularização das notificações acidentárias. Até então, por interesses diversos, era muito mais freqüente a sub-notificação de acidentes do trabalho e doenças profissionais (equiparadas aos acidentes de trabalho). Muitas empresas recorriam ao subterfúgio da sub-notificação para evitarem o pagamento de indenizações e da estabilidade acidentária, ao mesmo tempo em que se permitiam alardear por um falso e ilusório "índice zero" de acidentes de trabalho.
Atividades no 28 de Abril pelo mundo
Sob o lema "Minha vida, meu trabalho, meu trabalho seguro", a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançou sua campanha para marcar o 28 de abril este ano, em torno do tema geral "A gestão do risco no ambiente de trabalho".
Na Suécia, a Confederação de Sindicatos – LO Sweden – planeja realizar a partir de 11 de abril uma série de conferências sobre saúde e segurança em torno do tema da análise de risco no trabalho solitário, para marcar a data de homenagens. As conferências têm como objetivo ampliar o conhecimento dos profissionais da área de segurança no trabalho sobre as análises de risco do trabalho solitário. Na Dinamarca, os sindicatos escolheram, para marcar a data em 2008, o slogan "Safe & Healthy Work for All" (Trabalho Seguro e Saudável para todos).
28 de Abril de 2008 no Brasil
Como instituição que mantém cooperação com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e atua como Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Fundacentro vai coordenar uma série de atividades no 28 de abril, este ano. Confira no site da Fundacentro, a programação para o 28 de Abril, no Centro Técnico Nacional, em São Paulo, e nas unidades descentralizadas.
domingo, 20 de abril de 2008
6º Edição do Jornal "O Prevencionista"
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terça-feira, 15 de abril de 2008
Desabafo de um Técnico de Segurança
Se compararmos a Segurança do Trabalho a anos atrás veremos que a área teve uma crescimento muito grande, quase que assustador. Onde que as empresas "aos poucos" estão tomando consciência da importância deste setor para o andamento e êxito na sua produção. Mas, infelizmente ainda existem muitas empresas que enxergam o setor de Segurança do Trabalho como um setor só de gasto, com profissionais que "não fazem nada". Esquecendo assim do custo-benefício que a Segurança do Trabalho proporciona!
Recentemente recebi por email sobre um desabafo de um técnico de Segurança do Trabalho de São Paulo e achei interessante, e ao mesmo tempo infeliz por concordar com a verdade que ele expôs. (Segue abaixo a carta):
"Esta carta foi enviada por um Técnico em Segurança do Trabalho do interior de São Paulo a uma revista voltada para Segurança do Trabalho. O autor pede que seu nome seja mantido em sigilo por motivos óbvios, pode servir de porta–voz para muitos profissionais que estão hoje espalhados pelo país:
Que profissão é esta de técnico de segurança? Você se arrebenta de pregar no deserto. Só te ouvem depois da desgraça consumada, mas aí é para xingar-te e te ofender. Pedem esclarecimentos, relatórios, fichas de investigação, análises, gráficos, desenhos, estatísticas, etc. Mas só depois de ocorrer o acidente.
Mecânicos e eletricistas criam verdadeiras armadilhas dentro de uma fabrica. Pensam na manutenção, nos reparos, nas gambiarras (provisórias) de determinados equipamentos rapidamente, pois a produção não pode parar. Mas não sei se por negligencia, preguiça ou burrice, esquecem do bem estar do homem.
Você conversa, dialoga para arrumar estas verdadeiras arapucas que eles criam e só ouve reclamações do tipo " não tenho gente, estou com acumulo de serviços. Isso é problema da Segurança". Você vai falar com o supervisor e ele diz: " Nós vamos arrumar, tenha calma. Quando der um tempinho....". Haja tempo e paciência.
Você se desespera e envia memorandos e Cis à gerencia e a todos os envolvidos. Aí é um Deus nos acuda. Dizem que não é assim que se resolve o problema, que é preciso conversar, dialogar, não criar inimizades, que temos que ir devagarzinho. Ou então: Negocie, tente mudar estas mentes retrógadas. Fale, pregue, oriente, conscientize de todas as maneiras possíveis e imagináveis.
Salários de manutenção e produção sempre estão em ascenção. Para eles tem política salarial, enquadramento de função, promoções, melhorias de quadro. Mas para o técnico de segurança o que determina é o piso da categoria profissional, que está muito aquém de um torneiro ou mecânico de manutenção.
Tô cheio moçada. Quando que isso vai mudar? Estou cansado de ouvir : " se na tua empresa não te dão apoio, cai fora". Mas ir para onde, fazer o que nesse mar de desemprego?
Serviço de Segurança para ter bom desempenho e sucesso necessita do apoio de todos, mas principalmente das gerencias. Não só apoio e colaboração incondicional. O negocio é vestir a camisa. De que adianta apoio verbal entre quatro paredes, mas desprestigio no resto da fabrica.
Acabamos sendo um João Ninguém, que só reivindica e reclama e gera despesas de novos EPIs.
Treinamentos, congressos, feiras "se quiser, vá. Mas por sua conta, se vire". Enquanto isto, para outras chefias e técnicos, fazem até cursos em países do primeiro mundo, tudo por conta do empregador. O Técnico de Segurança nunca é convidado para nada. Só para resolver problemas é lembrado.
Nesta área tem muito blá-blá-blá, mas na hora H todos pulam fora e dizem que isto não é comigo. "Isto é problema do técnico de Segurança". Não é não. É problema de todos nós".
Recentemente recebi por email sobre um desabafo de um técnico de Segurança do Trabalho de São Paulo e achei interessante, e ao mesmo tempo infeliz por concordar com a verdade que ele expôs. (Segue abaixo a carta):
"Esta carta foi enviada por um Técnico em Segurança do Trabalho do interior de São Paulo a uma revista voltada para Segurança do Trabalho. O autor pede que seu nome seja mantido em sigilo por motivos óbvios, pode servir de porta–voz para muitos profissionais que estão hoje espalhados pelo país:
Que profissão é esta de técnico de segurança? Você se arrebenta de pregar no deserto. Só te ouvem depois da desgraça consumada, mas aí é para xingar-te e te ofender. Pedem esclarecimentos, relatórios, fichas de investigação, análises, gráficos, desenhos, estatísticas, etc. Mas só depois de ocorrer o acidente.
Mecânicos e eletricistas criam verdadeiras armadilhas dentro de uma fabrica. Pensam na manutenção, nos reparos, nas gambiarras (provisórias) de determinados equipamentos rapidamente, pois a produção não pode parar. Mas não sei se por negligencia, preguiça ou burrice, esquecem do bem estar do homem.
Você conversa, dialoga para arrumar estas verdadeiras arapucas que eles criam e só ouve reclamações do tipo " não tenho gente, estou com acumulo de serviços. Isso é problema da Segurança". Você vai falar com o supervisor e ele diz: " Nós vamos arrumar, tenha calma. Quando der um tempinho....". Haja tempo e paciência.
Você se desespera e envia memorandos e Cis à gerencia e a todos os envolvidos. Aí é um Deus nos acuda. Dizem que não é assim que se resolve o problema, que é preciso conversar, dialogar, não criar inimizades, que temos que ir devagarzinho. Ou então: Negocie, tente mudar estas mentes retrógadas. Fale, pregue, oriente, conscientize de todas as maneiras possíveis e imagináveis.
Salários de manutenção e produção sempre estão em ascenção. Para eles tem política salarial, enquadramento de função, promoções, melhorias de quadro. Mas para o técnico de segurança o que determina é o piso da categoria profissional, que está muito aquém de um torneiro ou mecânico de manutenção.
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Treinamentos, congressos, feiras "se quiser, vá. Mas por sua conta, se vire". Enquanto isto, para outras chefias e técnicos, fazem até cursos em países do primeiro mundo, tudo por conta do empregador. O Técnico de Segurança nunca é convidado para nada. Só para resolver problemas é lembrado.
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Doe Vida!!!
A necessidade de doadores de sangue é constante nos hospitais há sempre inúmeros pacientes que precisam da transfussão para ter um novo dia. O sangue é destinado para pacientes hematológicos, ou com câncer ou outras doenças que necessitam de transfusões freqüentes, pessoas queimadas, acidentadas ou que irão se submeter a cirugias.
Doar sangue é fácil e seguro:
O candidato á doação passa por um avaliação médica e só doa sangue se estiver em boas condições de saúde. O material utilizado é descartável e você não corre risco de contrair doenças ao doar sangue. O volume colhido não faz falta ao doador e o organismo se encarrega rapidamente, de sua reposição.
Documentos necessários para realizar a doação:
É obrigatório a apresentação, no ato da doação, de documento original de identidade com foto, emitido por órgão oficial, dentro do prazo de validade - carteira de identidade, trabalho, habilitação, conselho de classe ou certificado de reservista.
Para doar sangue é necessário:
Ter e estar em boa saúde;
Não ter tido hepatite após os 10 anos de idade;
Ter idade entre 18 e 65 anos;
Pesar acima de 50kg;
Dormir bem na noite anterior a doação;
Não ter comportamento de risco para doenças sexualmente trasmissíveis;
Não estar gripado, resfriado, com febre ou diarréia;
Não ter ingerido bebida alcóolica nas últimas 12 horas;
Não ser usuário de drogas;
Não apresentar ferimento ainda não cicatrizado;
Não estar grávida ou em período de amamentação. Após o parto normal é necessário aguardar 3 meses, após cesárea 6 meses;
Não ter sido submetido a exame de endoscopia ou broncoscopia nos últimos 12 meses;
Não ter feito tatuagem nos últimos 12 meses;
Não doe sangue em jejum. Pela manhã, alimente-se antes; a tarde dê um intervalo de 3 horas após o almoço;
Tratamento dentário impede a doação por período de 1 a 30 dia, conforme o caso;
O prazo mínimo entre um doação de sangue total e outra é de 60 dias para homens e de 90 dias para mulheres. Para doadores com idade entre 60 e 65, o intervalo é de 6 meses;
A menstruação e uso de pílulas anticoncepcionais não impedem a doação;
Homens podem realizar até 4 doações de sangue total em um período de 12 meses e as mulheres 3 doações;
Outras condições que também poderão impedir a doação, serão avaliadas na triagem antes da doação.
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Documentos necessários para realizar a doação:
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A doação de sangue é um gesto insubstituível que representa esperança de vida para muita gente. Procure um Hemocentro mais perto e doe VIDA!
Fonte: Cartilha Hemominas/MG
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